As portas se abriram,
Agora irei sair.
A vida estava a minha espera,
Pois ainda não havia chegado ao fim.
O fim esta longe,
Para mim pode ser que ele nem exista.
Sempre haverá tempo,
Basta apenas insistir e acreditar na minha vida.
Nem sabia que a porta estava fechada
E que o sol é melhor por inteiro
Saber que tenho a própria sombra
E viver sem se preocupar com o meu jeito.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
CORRERIA CORREDEIRA
A correria do dia a dia é constante.
A vida passa, os filhos crescem...
A correria continua.
A correria aumenta.
A correria no trânsito.
A correria no trabalho.
A correria para se fazer tudo e mais um pouco.
A correria para se garantir o futuro.
A correria por aquilo que nem sabemos se iremos ter.
Os pequenos momentos.
Os sentimentos.
As vontades que tínhamos e ainda temos e guardamos pra quando sobrar um tempo.
As águas continuam passando.
As águas continuam na corredeira.
Por que não parar e sentar na margem para observar.
Perceber que vivemos e que a rotina nos consome.
Viver o presente, este é o sentimento do momento.
sábado, 10 de outubro de 2009
O acaso
O acaso se transforma em embaraço quando vem de surpresa.
O acaso nos traz o barato do que não estava programado.
O acaso sempre se soma com o mínimo esperado.
O acaso é sempre bom quando estamos bem.
O acaso por acaso acontece sem querer.
Por acaso estou aqui, porque não havia programado e deu vontade de escrever.
O acaso nos traz o barato do que não estava programado.
O acaso sempre se soma com o mínimo esperado.
O acaso é sempre bom quando estamos bem.
O acaso por acaso acontece sem querer.
Por acaso estou aqui, porque não havia programado e deu vontade de escrever.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Casos e fatos que ouvimos e com a profissão, precisamos participar.
Fomos eu e a Samanta para Pirrrrrrrracaia participar de uma audiência, que existia um autor e dois réus. O autor da ação era um advogado que estava advogando em causa própria, reclamando que comprou um carro e este apresentava defeitos, assim, processou a loja de carros e um banco, o qual emitia os boletos para pagamento do carro e era este banco que estávamos representando. A Samanta como advogada do banco e eu como preposta. A situação desde o início parecia hilária, não sei por que, talvez pelo jeito pitoresco do autor, talvez porque a conciliadora perguntou se havia proposta de acordo ou algo mais e a Samanta sem pretensão nenhuma respondeu: “tem contestação!”. Sendo assim, a conciliadora informou que a próxima audiência seria em março de 2.010. Não consegui conter o espanto e soltei um NOSSSA! Não tenho interesse nenhum naquele processo, mas pensei e comentei com os colegas do lado: - Isto porque é um “Juizado de Pequenas Causas”!. Este foi criado para se resolver mais rapidamente questões pequenas e corriqueiras que afogam o judiciário. Nisso como o autor também era um colega de profissão começamos todos a contar casos absurdos que se presenciaram no Juizado de Pequenas Causas (JEC). Um que move ação contra a quitanda da esquina porque dois morangos do meio da caixa estavam podres, outra que diz que pegou candidíase usando determinado papel higiênico, ai a Samanta lembrou de um caso pitoresco em que um homem estava processando o fabricante de uma determinada marca de macarrão, pois, havia convidado uma moçoila para jantar em sua casa (1º encontro) e queria impressioná-la fazendo um macarrão com “brusqueta”. Ocorre que na hora “H”, entre um gole e outro, que foi jogar o macarrão na água percebeu que havia carunchos e o macarrão não saiu e para configurar o dano moral (ele queria 40 salários mínimos) disse que passou o maior vexame de sua vida pois o macarrão não saiu. Quando a Samanta terminou de contar o caso na mesa, não me segurei e em um impulso soltei: “Mas afinal, o que o caro queria comer!?” Pense bem caro colegas, eu pela empresa de macarrão defenderia a seguinte tese: “ Ora Excelência, esta mais do que o provado que o Autor esta pleiteando com propositura da presente ação se enriquecer ilicitamente para poder adquirir Viagra. Não pode justificar uma brochada nos pobres e inocentes carunchos. E também, porque não deixou o macarrão pronto para economizar tempo ou ganhar tempo para se comer a “brusqueta”! E também, segundo meu pai esses bichinhos fazem bem para a vista.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Um "Biliscão"
Parece um "biliscão" a rotatoria que aparece de repente em um das descidas do Jardim Europa.
Talvez seja o estado em que me encontro.
Parece que o passado sempre fez parte do futuro.
Ele é o resultado do agora.
Não diga que é muito.
Nem diga que é pouco.
Estamos no mesmo barco.
Eu, vc, nós, eles.
Somos um conjunto.
Não adianta.
Temos que ter orgulho disso.
E lutarmos por este orgulho com humildade.
Vamos beber morar os intervalos da vida.
Vcs sabem o que eu sei. Aliás, eu sei o q vcs sabem!
.....em termos.
Talvez seja o estado em que me encontro.
Parece que o passado sempre fez parte do futuro.
Ele é o resultado do agora.
Não diga que é muito.
Nem diga que é pouco.
Estamos no mesmo barco.
Eu, vc, nós, eles.
Somos um conjunto.
Não adianta.
Temos que ter orgulho disso.
E lutarmos por este orgulho com humildade.
Vamos beber morar os intervalos da vida.
Vcs sabem o que eu sei. Aliás, eu sei o q vcs sabem!
.....em termos.
sábado, 5 de setembro de 2009
ANIVERSÁRIO DE FORMATURA
Acabei de chegar de um jantar de aniversário de formatura do meu marido.Sua turma esta fazendo 15 anos de formados. Havia várias turmas no jantar, como de 5, 10, 15, 20 até 60 anos de formados. Isso mesmo, eu disse sessenta anos. Dá para imaginar? Um locutor chamava a turma para subir no palco por anos de formado como por exemplo: vamos chamar os que estao realizando 10 anos de formado e as vezes citava o ano da formatura e cedia o microfone para que apenas um da turma de o seu "salve". Meu marido e seus amigos estavam chateados porque da turma deles estavam presentes somente três de cento e cinquenta. Fiquei acompanhando as turmas incrédula que subiria alguém que se formou em 1.949, ano de nascimento do meu pai. Mas, estava lá um único senhor, com uma aparência muito boa e começa seu discurso assim: - Não sei se é uma coisa boa ou ruim mas sou o unico aluno vivo da minha turma... Tentei me colocar em seu lugar naquele momento e um filme imaginário de sua vida passou na minha cabeça.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Viver um dia de cada vez.
Lembro que desde criança pensava: ... e quando eu estiver com 15 anos...como será? Ohhh.... e quando eu estiver com 21...Ohhh, e quando chegar os 26. Nossa muita coisa terá acontecido. Nunca me imaginei com 30...
Falo isso porque sempre imaginei coisas boas, e em várias versões.
Lembro que sempre me imaginava uma astro de rock, vindo de vez em quando visitar meus pais parando meu carrão na porta da casa deles, acenando para os fãs da varanda do meu quarto de solteira, levando uma vida pelo mundo.
Aos dezesseis anos como já trabalhava me matriculei em uma escola de música para aprender guitarra. O próximo passo foi pedir para o meu pai uma guitarra.
Não foi fácil, negociei o presente de aniversário + o do natal + passar de ano na escola = uma guitarra. Nisso o tempo passaria e teria a certeza de que não era mais um “fogo de palha” como meu pai mesmo dizia sobre as coisas em que eu iniciava.
Enfim, a guitarra chegou, foi paixão a primeira vista, toda branquinha, um braço fininho, ganhou o apelido na escola de “Ditaguita”. (quem sabe um dia eu conte aqui o porque deste nome).
A Guitarra foi minha companheira em vários sonhos imaginários sem fronteiras pelos mais diversos mundos, palcos, emoções e músicas.
Como se ainda esteve sonhando colocava minha camiseta do Bob Marley, ou da Janis Joplin ou Jim Morrison e sai caminhando pelas ruas da cidade, tendo a certeza de que eu era dona de si, que não me importava se estava incomodando alguém, principalmente se estavam reparando no meu cabelo, na minha roupa ou na minha bota. Na verdade mesmo o que queria era impressionar.
Vivendo um dia de cada vez, os anos se passaram, muita coisa aconteceu, além desta fase, passei por outras, passo por uma agora e fico feliz que passarei por outras, boas ou não tanto.
O importante é sempre aprender, seja no amor ou na dor e a certeza de que, de cada faze alguma coisa boa restou. Desta, veio a paixão pela música.
Falo isso porque sempre imaginei coisas boas, e em várias versões.
Lembro que sempre me imaginava uma astro de rock, vindo de vez em quando visitar meus pais parando meu carrão na porta da casa deles, acenando para os fãs da varanda do meu quarto de solteira, levando uma vida pelo mundo.
Aos dezesseis anos como já trabalhava me matriculei em uma escola de música para aprender guitarra. O próximo passo foi pedir para o meu pai uma guitarra.
Não foi fácil, negociei o presente de aniversário + o do natal + passar de ano na escola = uma guitarra. Nisso o tempo passaria e teria a certeza de que não era mais um “fogo de palha” como meu pai mesmo dizia sobre as coisas em que eu iniciava.
Enfim, a guitarra chegou, foi paixão a primeira vista, toda branquinha, um braço fininho, ganhou o apelido na escola de “Ditaguita”. (quem sabe um dia eu conte aqui o porque deste nome).
A Guitarra foi minha companheira em vários sonhos imaginários sem fronteiras pelos mais diversos mundos, palcos, emoções e músicas.
Como se ainda esteve sonhando colocava minha camiseta do Bob Marley, ou da Janis Joplin ou Jim Morrison e sai caminhando pelas ruas da cidade, tendo a certeza de que eu era dona de si, que não me importava se estava incomodando alguém, principalmente se estavam reparando no meu cabelo, na minha roupa ou na minha bota. Na verdade mesmo o que queria era impressionar.
Vivendo um dia de cada vez, os anos se passaram, muita coisa aconteceu, além desta fase, passei por outras, passo por uma agora e fico feliz que passarei por outras, boas ou não tanto.
O importante é sempre aprender, seja no amor ou na dor e a certeza de que, de cada faze alguma coisa boa restou. Desta, veio a paixão pela música.
Esperença e realidade

Tem coisas que não desistimos nunca, ou sempre mantemos a esperança. Por mais que te digam, te aconselhem a desistir, continuamos a deixar aquele desejo residir em nosso coração, nem que seja no sótão.
Esta esperança, este sentimento chamado amor, sempre nos projeta para o futuro.
Nisso temos que decidir se seremos uma flor violeta ou um girassol.
Se decidirmos ser um Girassol, sempre corremos atrás do sol, não se importando com as nuvens ou trovoadas. Se decidirmos ser uma violeta, sempre estaremos dependo de alguém para te abrigar, para ter cuidado ao te regar e não ficar exposto aos riscos do sol.
Pelo mínimo de desejo que tenha, decida e corra atrás dos sonhos, transformando a esperança em realidade.
Esta esperança, este sentimento chamado amor, sempre nos projeta para o futuro.
Nisso temos que decidir se seremos uma flor violeta ou um girassol.
Se decidirmos ser um Girassol, sempre corremos atrás do sol, não se importando com as nuvens ou trovoadas. Se decidirmos ser uma violeta, sempre estaremos dependo de alguém para te abrigar, para ter cuidado ao te regar e não ficar exposto aos riscos do sol.
Pelo mínimo de desejo que tenha, decida e corra atrás dos sonhos, transformando a esperança em realidade.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Pensamento, palavra e ação.

“Procure sempre harmonizar pensamento, palavra e ação. Purifique seu
pensamento e tudo estará bem. Nada mais potente que o pensamento. A
ação segue o pensamento. O mundo é o resultado de um poderoso
pensamento”
(Gandhi)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Formigas
Como disse Albert Einstein: “cem vezes por dia eu me lembro que minha vida interior e minha vida exterior dependem do trabalho que outros homens estão fazendo agora. Por causa disso, preciso me esforçar para retribuir pelo menos uma parte desta generosidade – e não posso deixar nenhum minuto vazio”.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Fofoca

Estava em uma roda de conversa de meninas.
Ao meu redor existiam duas conversas paralelas.
Mas, como estava sem participar de nenhuma das conversas, (porque eu estava bem no meio) percebi que tratavam do mesmo assunto.
Perguntei para uma das que estava contando o papo:
- Você contou para ela deste lugar?
E ela me respondeu:
-Não, ela deve ter lido esta notícia na mesma revista que eu li.
E eu: - ããããããh, então tá!
Foi quando ela intrigada, perguntou para a contadora do papo da outra conversa:
- viu, você leu a revista nova também?
E ela:
-não, você não lembra? Você me contou deste lugar ontem!!!?
Ãããããããããããããããhhh.....
Ai, eu olhei para a cara dela (1ª contadora) e tentamos concluir junto...
O que aconteceu, foi o seguinte:
Eu escutei a primeira contadora contar detalhes de um lugar para algumas pessoas.
E ao mesmo tempo, escutei a 2ª (que estava sentada do meu outro lado) contar sobre o mesmo lugar, porem com uma riqueza de detalhes......!!!!
....que achei o máximo.
Apesar de ser a mesma história, aumentou os detalhes, o que deixou interessante e muito hilário.
Decidi contar a mesma história, ou detalhar o mesmo lugar para outra pessoa que estava fora das rodas de conversa. (com o aval das duas)
Para ajudar, aumentei mais alguns detalhes.
Esta que ouviu a minha versão, repassou a história para outra pessoa, com mais um detalhe aumentado.
O riso aumentava na proporção que a história se propagava.
Foi tão terapêutico que o dia seguinte passei rindo inconscientemente.
Pude ver o poder da fofoca pura e simplesmente a minha frente.
Quando me dei conta disso, só pude rir mais ainda.
Fiquei feliz que o assunto ensejador não era a vida de ninguém.
Que não estávamos fofocando sobre a vida alheia.
Isso nos torna tão mais leve.Que o prazer nesta diversão sempre abre espaço para uma próxima...
Ao meu redor existiam duas conversas paralelas.
Mas, como estava sem participar de nenhuma das conversas, (porque eu estava bem no meio) percebi que tratavam do mesmo assunto.
Perguntei para uma das que estava contando o papo:
- Você contou para ela deste lugar?
E ela me respondeu:
-Não, ela deve ter lido esta notícia na mesma revista que eu li.
E eu: - ããããããh, então tá!
Foi quando ela intrigada, perguntou para a contadora do papo da outra conversa:
- viu, você leu a revista nova também?
E ela:
-não, você não lembra? Você me contou deste lugar ontem!!!?
Ãããããããããããããããhhh.....
Ai, eu olhei para a cara dela (1ª contadora) e tentamos concluir junto...
O que aconteceu, foi o seguinte:
Eu escutei a primeira contadora contar detalhes de um lugar para algumas pessoas.
E ao mesmo tempo, escutei a 2ª (que estava sentada do meu outro lado) contar sobre o mesmo lugar, porem com uma riqueza de detalhes......!!!!
....que achei o máximo.
Apesar de ser a mesma história, aumentou os detalhes, o que deixou interessante e muito hilário.
Decidi contar a mesma história, ou detalhar o mesmo lugar para outra pessoa que estava fora das rodas de conversa. (com o aval das duas)
Para ajudar, aumentei mais alguns detalhes.
Esta que ouviu a minha versão, repassou a história para outra pessoa, com mais um detalhe aumentado.
O riso aumentava na proporção que a história se propagava.
Foi tão terapêutico que o dia seguinte passei rindo inconscientemente.
Pude ver o poder da fofoca pura e simplesmente a minha frente.
Quando me dei conta disso, só pude rir mais ainda.
Fiquei feliz que o assunto ensejador não era a vida de ninguém.
Que não estávamos fofocando sobre a vida alheia.
Isso nos torna tão mais leve.Que o prazer nesta diversão sempre abre espaço para uma próxima...
Quem disse?
Hoje
Na vida tudo são fases. Como as estações do ano.
Tem vez que tudo é hilário.
Tem vez que é tudo cinza.
Tem vez que é um mar de rozas.
Tem vez que é tudo amarelo diarréia.
Tem vez que queremos que tudo seja azul.
Tem vez que é o que tive que ser.
Tem vez que tudo o que não é pra ser, é.
As vezes passa a ser.
Tem vez que temos que dar a vez.
Tem que vez que é melhor deixar para quem quizer ser.
Ou não sei.
SE tiver que ser vai ser.
Mas, sei é o que eu quizer que seja,
vai ser.
Porque é o que quero que seja.
Para você..... Seja você.
Tem vez que tudo é hilário.
Tem vez que é tudo cinza.
Tem vez que é um mar de rozas.
Tem vez que é tudo amarelo diarréia.
Tem vez que queremos que tudo seja azul.
Tem vez que é o que tive que ser.
Tem vez que tudo o que não é pra ser, é.
As vezes passa a ser.
Tem vez que temos que dar a vez.
Tem que vez que é melhor deixar para quem quizer ser.
Ou não sei.
SE tiver que ser vai ser.
Mas, sei é o que eu quizer que seja,
vai ser.
Porque é o que quero que seja.
Para você..... Seja você.
Precejo
A Loucura é verdura plantada no seio da horta!...
(...)
A horta plantada na frente da casa da Maria.!
(...)
A horta plantada na frente da casa da Maria.!
Mundos Diferentes

Hoje acordei no meio do mato, com quatro seguranças “capa preta” ao redor da casinha. (quatro cachorros da raça pastor alemão: Espiga, Lua, Eros e agora também o Costelinha, que chegou chegando para morar lá na fazenda, parece irmão dos outros, igualzinho, a única diferença é que ele é tão magro, que o mais que chama a atenção nele são suas costelas). O engraçado que ele vire e mexe ele ta lá na porteira, parece que esta oferecendo seus serviços em troca de abrigo e comida que a Maria passou a dar para ele.
Hoje é sexta-feira, e ontem passei o dia todo com a sensação de que ontem era sexta-feira.
Logo pela manhã já estava lá o sol e os lagos esfumaçados. Neste momento parei para pensar de como a vida passa e não contemplamos o nosso redor.
Acordar lá na fazenda e vir trabalhar requer um pouco de habilidade na concentração, a única diferença é o sorriso espontâneo no rosto e a bondade fora do habitual.
A calma, a natureza, o estar à vontade, o fato de poder usar aquelas roupas velhas, rasgadas (as preferidas), por mais que saiba que irá chegar visita, poder andar descalço, poder sentar na grama, passar o dia inteiro sem as crianças exigirem nada, reclamarem somente na hora de ter que tomar banho porque esta na hora de jantar e descansar, aos domingos de manhã acordar colocar um cd de jazz, tomar um café preto e ler um pouco do meu livro na rede, torna este mundo muito agradável e diferente do dia a dia.
Sempre agradeço a Deus, dentro de mim, nos momentos em que paro e olho ao redor.
Às vezes os mundos se tornam tão diferentes, até que percebemos que o mais simples, as coisas que estão mais próximas de nós, o menos complicado, a companhia mais óbvia é o que nos fazem feliz e o mundo se torna um só!
Hoje é sexta-feira, e ontem passei o dia todo com a sensação de que ontem era sexta-feira.
Logo pela manhã já estava lá o sol e os lagos esfumaçados. Neste momento parei para pensar de como a vida passa e não contemplamos o nosso redor.
Acordar lá na fazenda e vir trabalhar requer um pouco de habilidade na concentração, a única diferença é o sorriso espontâneo no rosto e a bondade fora do habitual.
A calma, a natureza, o estar à vontade, o fato de poder usar aquelas roupas velhas, rasgadas (as preferidas), por mais que saiba que irá chegar visita, poder andar descalço, poder sentar na grama, passar o dia inteiro sem as crianças exigirem nada, reclamarem somente na hora de ter que tomar banho porque esta na hora de jantar e descansar, aos domingos de manhã acordar colocar um cd de jazz, tomar um café preto e ler um pouco do meu livro na rede, torna este mundo muito agradável e diferente do dia a dia.
Sempre agradeço a Deus, dentro de mim, nos momentos em que paro e olho ao redor.
Às vezes os mundos se tornam tão diferentes, até que percebemos que o mais simples, as coisas que estão mais próximas de nós, o menos complicado, a companhia mais óbvia é o que nos fazem feliz e o mundo se torna um só!
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Vida Banguela
Vida Banguela esta que eu levo,
Me faltam dentes para mastigar tudo aquilo que não consigo engolir.
Me faltam dentes para mastigar tudo aquilo que não consigo engolir.
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