
Hoje acordei no meio do mato, com quatro seguranças “capa preta” ao redor da casinha. (quatro cachorros da raça pastor alemão: Espiga, Lua, Eros e agora também o Costelinha, que chegou chegando para morar lá na fazenda, parece irmão dos outros, igualzinho, a única diferença é que ele é tão magro, que o mais que chama a atenção nele são suas costelas). O engraçado que ele vire e mexe ele ta lá na porteira, parece que esta oferecendo seus serviços em troca de abrigo e comida que a Maria passou a dar para ele.
Hoje é sexta-feira, e ontem passei o dia todo com a sensação de que ontem era sexta-feira.
Logo pela manhã já estava lá o sol e os lagos esfumaçados. Neste momento parei para pensar de como a vida passa e não contemplamos o nosso redor.
Acordar lá na fazenda e vir trabalhar requer um pouco de habilidade na concentração, a única diferença é o sorriso espontâneo no rosto e a bondade fora do habitual.
A calma, a natureza, o estar à vontade, o fato de poder usar aquelas roupas velhas, rasgadas (as preferidas), por mais que saiba que irá chegar visita, poder andar descalço, poder sentar na grama, passar o dia inteiro sem as crianças exigirem nada, reclamarem somente na hora de ter que tomar banho porque esta na hora de jantar e descansar, aos domingos de manhã acordar colocar um cd de jazz, tomar um café preto e ler um pouco do meu livro na rede, torna este mundo muito agradável e diferente do dia a dia.
Sempre agradeço a Deus, dentro de mim, nos momentos em que paro e olho ao redor.
Às vezes os mundos se tornam tão diferentes, até que percebemos que o mais simples, as coisas que estão mais próximas de nós, o menos complicado, a companhia mais óbvia é o que nos fazem feliz e o mundo se torna um só!
Hoje é sexta-feira, e ontem passei o dia todo com a sensação de que ontem era sexta-feira.
Logo pela manhã já estava lá o sol e os lagos esfumaçados. Neste momento parei para pensar de como a vida passa e não contemplamos o nosso redor.
Acordar lá na fazenda e vir trabalhar requer um pouco de habilidade na concentração, a única diferença é o sorriso espontâneo no rosto e a bondade fora do habitual.
A calma, a natureza, o estar à vontade, o fato de poder usar aquelas roupas velhas, rasgadas (as preferidas), por mais que saiba que irá chegar visita, poder andar descalço, poder sentar na grama, passar o dia inteiro sem as crianças exigirem nada, reclamarem somente na hora de ter que tomar banho porque esta na hora de jantar e descansar, aos domingos de manhã acordar colocar um cd de jazz, tomar um café preto e ler um pouco do meu livro na rede, torna este mundo muito agradável e diferente do dia a dia.
Sempre agradeço a Deus, dentro de mim, nos momentos em que paro e olho ao redor.
Às vezes os mundos se tornam tão diferentes, até que percebemos que o mais simples, as coisas que estão mais próximas de nós, o menos complicado, a companhia mais óbvia é o que nos fazem feliz e o mundo se torna um só!
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