Parece um "biliscão" a rotatoria que aparece de repente em um das descidas do Jardim Europa.
Talvez seja o estado em que me encontro.
Parece que o passado sempre fez parte do futuro.
Ele é o resultado do agora.
Não diga que é muito.
Nem diga que é pouco.
Estamos no mesmo barco.
Eu, vc, nós, eles.
Somos um conjunto.
Não adianta.
Temos que ter orgulho disso.
E lutarmos por este orgulho com humildade.
Vamos beber morar os intervalos da vida.
Vcs sabem o que eu sei. Aliás, eu sei o q vcs sabem!
.....em termos.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
ANIVERSÁRIO DE FORMATURA
Acabei de chegar de um jantar de aniversário de formatura do meu marido.Sua turma esta fazendo 15 anos de formados. Havia várias turmas no jantar, como de 5, 10, 15, 20 até 60 anos de formados. Isso mesmo, eu disse sessenta anos. Dá para imaginar? Um locutor chamava a turma para subir no palco por anos de formado como por exemplo: vamos chamar os que estao realizando 10 anos de formado e as vezes citava o ano da formatura e cedia o microfone para que apenas um da turma de o seu "salve". Meu marido e seus amigos estavam chateados porque da turma deles estavam presentes somente três de cento e cinquenta. Fiquei acompanhando as turmas incrédula que subiria alguém que se formou em 1.949, ano de nascimento do meu pai. Mas, estava lá um único senhor, com uma aparência muito boa e começa seu discurso assim: - Não sei se é uma coisa boa ou ruim mas sou o unico aluno vivo da minha turma... Tentei me colocar em seu lugar naquele momento e um filme imaginário de sua vida passou na minha cabeça.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Viver um dia de cada vez.
Lembro que desde criança pensava: ... e quando eu estiver com 15 anos...como será? Ohhh.... e quando eu estiver com 21...Ohhh, e quando chegar os 26. Nossa muita coisa terá acontecido. Nunca me imaginei com 30...
Falo isso porque sempre imaginei coisas boas, e em várias versões.
Lembro que sempre me imaginava uma astro de rock, vindo de vez em quando visitar meus pais parando meu carrão na porta da casa deles, acenando para os fãs da varanda do meu quarto de solteira, levando uma vida pelo mundo.
Aos dezesseis anos como já trabalhava me matriculei em uma escola de música para aprender guitarra. O próximo passo foi pedir para o meu pai uma guitarra.
Não foi fácil, negociei o presente de aniversário + o do natal + passar de ano na escola = uma guitarra. Nisso o tempo passaria e teria a certeza de que não era mais um “fogo de palha” como meu pai mesmo dizia sobre as coisas em que eu iniciava.
Enfim, a guitarra chegou, foi paixão a primeira vista, toda branquinha, um braço fininho, ganhou o apelido na escola de “Ditaguita”. (quem sabe um dia eu conte aqui o porque deste nome).
A Guitarra foi minha companheira em vários sonhos imaginários sem fronteiras pelos mais diversos mundos, palcos, emoções e músicas.
Como se ainda esteve sonhando colocava minha camiseta do Bob Marley, ou da Janis Joplin ou Jim Morrison e sai caminhando pelas ruas da cidade, tendo a certeza de que eu era dona de si, que não me importava se estava incomodando alguém, principalmente se estavam reparando no meu cabelo, na minha roupa ou na minha bota. Na verdade mesmo o que queria era impressionar.
Vivendo um dia de cada vez, os anos se passaram, muita coisa aconteceu, além desta fase, passei por outras, passo por uma agora e fico feliz que passarei por outras, boas ou não tanto.
O importante é sempre aprender, seja no amor ou na dor e a certeza de que, de cada faze alguma coisa boa restou. Desta, veio a paixão pela música.
Falo isso porque sempre imaginei coisas boas, e em várias versões.
Lembro que sempre me imaginava uma astro de rock, vindo de vez em quando visitar meus pais parando meu carrão na porta da casa deles, acenando para os fãs da varanda do meu quarto de solteira, levando uma vida pelo mundo.
Aos dezesseis anos como já trabalhava me matriculei em uma escola de música para aprender guitarra. O próximo passo foi pedir para o meu pai uma guitarra.
Não foi fácil, negociei o presente de aniversário + o do natal + passar de ano na escola = uma guitarra. Nisso o tempo passaria e teria a certeza de que não era mais um “fogo de palha” como meu pai mesmo dizia sobre as coisas em que eu iniciava.
Enfim, a guitarra chegou, foi paixão a primeira vista, toda branquinha, um braço fininho, ganhou o apelido na escola de “Ditaguita”. (quem sabe um dia eu conte aqui o porque deste nome).
A Guitarra foi minha companheira em vários sonhos imaginários sem fronteiras pelos mais diversos mundos, palcos, emoções e músicas.
Como se ainda esteve sonhando colocava minha camiseta do Bob Marley, ou da Janis Joplin ou Jim Morrison e sai caminhando pelas ruas da cidade, tendo a certeza de que eu era dona de si, que não me importava se estava incomodando alguém, principalmente se estavam reparando no meu cabelo, na minha roupa ou na minha bota. Na verdade mesmo o que queria era impressionar.
Vivendo um dia de cada vez, os anos se passaram, muita coisa aconteceu, além desta fase, passei por outras, passo por uma agora e fico feliz que passarei por outras, boas ou não tanto.
O importante é sempre aprender, seja no amor ou na dor e a certeza de que, de cada faze alguma coisa boa restou. Desta, veio a paixão pela música.
Esperença e realidade

Tem coisas que não desistimos nunca, ou sempre mantemos a esperança. Por mais que te digam, te aconselhem a desistir, continuamos a deixar aquele desejo residir em nosso coração, nem que seja no sótão.
Esta esperança, este sentimento chamado amor, sempre nos projeta para o futuro.
Nisso temos que decidir se seremos uma flor violeta ou um girassol.
Se decidirmos ser um Girassol, sempre corremos atrás do sol, não se importando com as nuvens ou trovoadas. Se decidirmos ser uma violeta, sempre estaremos dependo de alguém para te abrigar, para ter cuidado ao te regar e não ficar exposto aos riscos do sol.
Pelo mínimo de desejo que tenha, decida e corra atrás dos sonhos, transformando a esperança em realidade.
Esta esperança, este sentimento chamado amor, sempre nos projeta para o futuro.
Nisso temos que decidir se seremos uma flor violeta ou um girassol.
Se decidirmos ser um Girassol, sempre corremos atrás do sol, não se importando com as nuvens ou trovoadas. Se decidirmos ser uma violeta, sempre estaremos dependo de alguém para te abrigar, para ter cuidado ao te regar e não ficar exposto aos riscos do sol.
Pelo mínimo de desejo que tenha, decida e corra atrás dos sonhos, transformando a esperança em realidade.
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